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O POTENCIAL PRODUTIVO DA CRIATIVIDADE

Rafaella Botelho Cursino

Foi-se o tempo em que o termo criatividade remetia apenas a artistas, cientistas ou publicitários. A partir da década de 1990, o mercado passou a demandar dos profissionais de todas as áreas uma postura inovadora, que levasse o cotidiano das empresas para longe da mesmice, agregando novos valores à competitividade natural do mundo corporativo. Se as seleções para vagas de emprego dão cada vez mais importância à maneira como cada um lida com processos e pessoas, uma competência que não pode faltar ao profissional de hoje é a capacidade de apresentar soluções criativas.

 

“O desenvolvimento depende das conquistas do conhecimento, algo que nunca ocorre com base numa receita passo a passo”, alerta Gilson Schwartz em seu livro As Profissões do Futuro, editado pela Publifolha. De acordo com o autor, as empresas já perceberam que lidar com alguém que se diz expert em algo pode não ser tão produtivo quanto parece. A chave do crescimento está em apostar nas mentes perceptivas e abertas à experiência e no indivíduo capaz de mobilizar o conhecimento já existente para enfrentar situações inéditas.

 

É claro que o domínio da técnica e dos processos produtivos dentro das corporações é indispensável. Mas ser capaz de produzir novas ideias e conteúdos a partir do saber já compartilhado por todos faz a diferença.

 

O grande exemplo de criatividade bem aplicada da década talvez seja o do Facebook, rede social desenvolvida pelo programador americano Mark Zuckerberg. O bilionário mais jovem do mundo adaptou a ideia de colegas que pretendiam criar uma comunidade virtual para os estudantes da Universidade de Harvard, fazendo nascer uma mistura de blogs, fotos e outras informações pessoais interessantes. Pensando no tipo de informação que as pessoas gostariam de compartilhar, Zuckerberg desenvolveu em menos de um mês o que viria a se tornar a rede social mais popular do mundo.

 

A inovação pode significar um novo ponto de vista sobre as cartas que já estão na mesa, sem que isso leve, necessariamente, a uma grande revolução. Portanto, se, por um lado, toda organização tem procedimentos rotineiros a serem seguidos; por outro, elas também possuem a missão de explorar novas possibilidades. Para isso, é necessário alimentar uma cultura que acolha permanentemente a experimentação e o empenho. Ou seja, ter espaço para testar hipóteses e gerar variedade de ideias, dando oportunidade para que as novas se sobressaiam.

sexta-feira , 02 de ago, 2013 Categoria : Conhecimento e inovação

DEPOIMENTOS

Escolher que profissão seguir não é tarefa fácil, especialmente sozinho. Ótimos métodos, boa temática de avaliação, boa dinâmica nos encontros, consultora muito gente boa e ajudou bastante.

 

 

Morgana Herdle

Morgana Herdle
depoimentos de estudantes

“Sou psicólogo e psicanalista, moro em Caruaru. Trabalhei doze anos numa escola particular de classe média nessa cidade. Fiz o curso da Trajeto e saí com um projeto que atendia à minha realidade e necessidade  institucional.

Fiz grandes amizades e trocas de experiências com diversos profissionais de outras escolas e realidades, o que enriqueceu o meu repertório de ação e intervenção junto à minha clientela. Super recomendo o curso. É uma equipe competente e comprometida. Obrigado a todos pela formação!”

Maurício Ramos
depoimentos de profissionais

HISTÓRICO

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